terça-feira, 25 de junho de 2019

Servidores federais seguem atacados no substitutivo da reforma da Previdência

Servidores federais seguem atacados no substitutivo da reforma da Previdência

(Imagem: Reprodução/Intersindical)

Estudo do Dieese sobre o relatório do deputado Samuel Moreira aponta que diversas determinações da PEC 6 foram mantidas e continuam sendo motivo de preocupação e de insegurança para os trabalhadores. #ReformaNÃO


segunda-feira, 24 de junho de 2019

ISP liga evasão de impostos das empresas a falta de serviços de qualidade

ISP liga evasão de impostos das empresas a falta de serviços de qualidade

(Foto: Imprensa Condsef/DR)

No Dia do Serviço Público, 23, entidade a qual Condsef/Fenadsef é filiada lembra artigo publicado no The Guardian em 2017. Dois anos depois, nada ainda mudou. No Brasil, ataques ao setor e aos servidores preocupam. 


Conversa de interesse dos servidores públicos federais

Conversa de interesse dos servidores públicos federais




#ConversaPública

No novo episódio do podcast de interesse dos servidores públicos federais: Ebserh e TST pelo Youtube, nova MP da Funai e luta que segue contra a reforma da Previdência.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Demarcação de terras indígenas volta para Ministério da Agricultura

Desmando: Demarcação de terras indígenas volta para Ministério da Agricultura

(Foto: Reprodução/Apib)

#Autoritarismo
Em mais uma tentativa de submeter indígenas a ruralistas, Bolsonaro publica nova medida provisória que passa por cima de decisão do Congresso Nacional. Ato aconteceu no momento em que Funai aguarda nomeação de presidente.

A discussão na Comissão Especial da reforma da Previdência continua

A discussão na Comissão Especial da reforma da Previdência continua

(Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

O primeiro dia de debates terminou depois de 12 horas de reunião. 51 deputados se revezaram contra e a favor da reforma, pouco menos de 1/3 dos inscritos. A Comissão retoma discussão nesta quarta, 19. Ontem, oposição anunciou obstrução à reforma da Previdência.

A luta ainda não está ganha, mas a resistência segue a todo vapor.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Privatização dos Correios tem sinal verde, diz Bolsonaro

Privatização dos Correios tem sinal verde, diz Bolsonaro

(Foto: Reprodução/Valor)

"Na sexta-feira passada, em café da manhã com jornalistas, Bolsonaro comunicou que demitiria Juarez porque o general, que havia criticado a privatização da empresa, havia se comportado 'como sindicalista' e que isso é 'inaceitável'."


Greve Geral de 14 de Junho foi a maior da história do País

Greve Geral de 14 de Junho foi a maior da história do País

(Foto: CUT Brasil)

A Greve Geral de 14 de Junho foi um marco histórico para o Brasil, realizada na última sexta-feira, com adesão de mais de 45 milhões de pessoas insatisfeitas e inseguras com a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo. O balanço positivo superou a paralisação de 2017, quando a população realizou a maior greve do País (até então) contra as reformas de Michel Temer. Se há dois anos o povo conseguiu derrubar a tentativa de alteração previdenciária de Temer, consciente de seus direitos à aposentadoria e a um envelhecimento digno, hoje mais uma vez a união faz a força.

A adesão dos servidores públicos federais foi expressiva e o movimento segue crescendo. Lançados na linha de frente das investidas do governo, os trabalhadores do Estado têm o dever de proteger o patrimônio público da população contra as ameaças de privatizações e de desmonte do setor público. Por nenhum direito a menos, mais de 380 cidades do Brasil protestaram por aumento dos investimentos públicos e melhoria dos serviços.


Leia mais: https://www.condsef.org.br/…/greve-geral-14-junho-foi-maior…

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Ato público na Praça do Centro Cívico contou com a participação ativa das mulheres

Boa Vista (RR): Ato público na Praça do Centro Cívico contra a Reforma da Previdência contou com a participação ativa das mulheres




A manifestação pública, que começou pela manhã do dia 14 de junho, no Campus da Universidade Federal de Roraima (UFRR), seguiu em carreata para a Praça do Centro Cívico no período da tarde com uma presença significativa das mulheres e dos estudantes. O ato foi marcado por críticas ao governo federal no que se refere aos cortes de verbas das universidades federais e contra a proposta de Reforma da Previdência. A coordenação do evento foi feita pela Frente Sindical, Popular e de Lutas de Roraima com participação ativa da Cut/RR, Sindsep-RR, Sinter, Sesduf/RR entre outros sindicatos e movimentos sociais. 

Nos discursos, cartazes e cantorias ocorridos na Praça do Centro Cívico, o grito foi o mesmo de sempre: a Reforma da Previdência é uma enganação e está sendo feita para agradar o mercado financeiro, favorecer os bancos e as grandes empresas. Segundo os manifestantes, quem vai pagar a conta dessa reforma são os trabalhadores, sendo que milhares deles jamais terão acesso a aposentadoria. Enfim, pelo andar da carruagem, para os trabalhadores vem mais chicote no lombo e para os empresários, mais benesses. 

Na avaliação do escritor e professor da UFRR, Jaci Guilherme Vieira, nem a ditadura de Getúlio Vargas fez o que o Governo Bolsonaro está fazendo com os direitos dos trabalhadores. “Ele está promovendo uma exclusão da classe trabalhadora em todos os níveis”, lamentou. Resumindo, os manifestantes repudiaram veementemente os desmandos do governo federal que está penalizando a classe trabalhadora, retirando direitos, e protegendo os banqueiros e o sistema financeiro.


Servidores fazem ato público com roda de conversas na UFRR

Boa Vista (RR): Servidores fazem ato público com roda de conversas na UFRR





Nesta sexta-feira, 14 de junho, apesar da chuva no início da manhã, os servidores federais com apoio de vários sindicatos e movimentos sociais fizeram um ato público na Universidade Federal de Roraima (UFRR). O objetivo foi protestar contra a Reforma da Previdência e os cortes de verbas no ensino superior. No período da tarde o ato público continuará suas atividades na Praça do Centro Cívico. 

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (Cut/RR), que também é vice-presidente do Sindsep-RR, Gilberto Rosas, tanto em seus discursos como nas entrevistas para a imprensa, argumentou que a Reforma da Previdência é prejudicial aos trabalhadores em todos os níveis. Segundo ele, ela vem para beneficiar os grandes e prejudicar os pequenos, para enriquecer ainda mais os poderosos e empobrecer os fracos. 

O ato público ocorreu, primeiro na entrada da Universidade, com os portões fechados, que posteriormente foram abertos atendendo a uma determinação da Justiça. Num segundo momento, o ato público continuou pela manhã com uma roda de conversas no Instituto Insikiran, sobre a Reforma da Previdência e os cortes de verbas das universidades brasileiras. 

Em todos os discursos, os sindicalistas ressaltaram que esta reforma proposta pelo Governo Bolsonaro não serve para os trabalhadores. “Só interessa à elite brasileira”, resumiram.


45 milhões de trabalhadores aderiram à greve geral na manhã da sexta-feira

45 milhões de trabalhadores aderiram à greve geral na manhã da sexta-feira



#GreveGeral #14Junho #QueReformaÉEssa

A adesão já é maior que o balanço da última #GreveGeral histórica da classe trabalhadora que uniu 35 milhões em 28 de abril de 2017. A resposta e a resistência contra a retirada de direitos e em defesa da Previdência Pública vão continuar. 
(Veja no site abaixo o resultado e as fotos da greve geral na manhã da sexta-feira, dia 14 de junho de 2019, pelo Brasil afora)

Confira o balanço da greve na sexta-feira de manhã: https://www.cut.org.br/…/greve-geral-confira-o-balanco-do-q…