terça-feira, 31 de março de 2020

Nem congelamento, nem corte de salários. Saída passa por revogação da EC 95/16

Nem congelamento, nem corte de salários. Saída passa por revogação da EC 95/16


O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesse sábado, em live para a XP Investimentos, não defender a ideia de corte de até 25% no salário de servidores para resolver crise provocada pelo novo coronavírus na economia brasileira. Mas deixou claro que o congelamento de salário é uma alternativa que considera. Guedes ponderou na live que até quatro anos de congelamento poderiam ser uma medida melhora. Acontece que a maioria dos servidores do Executivo está há mais de três anos sem qualquer reposição em seus salários. A Condsef/Fenadsef concorda que o corte de salários, tanto para servidores quanto para trabalhadores da iniciativa privada é uma péssima ideia.
Isso pode piorar ainda mais a crise econômica uma vez que retirar poder de compra das pessoas num momento extremamente recessivo pode promover uma retração ainda maior na economia real, aquela por onde circula o dinheiro do País. Essa é a economia essencial para a manutenção de empregos, para que pequenas e médias empresas sobrevivam no mercado e também para o próprio governo que conta com a arrecadação de impostos de todo esse segmento.
Para a Confederação a ideia de congelamento salarial tampouco soluciona as questões que o governo deve enfrentar. A entidade vem defendendo que no momento é mais que urgente promover a revogação da Emenda Constitucional (EC) 95/16, do teto dos gastos, que congela investimentos públicos por 20 anos. Outras soluções são apontadas. Confira em nosso site.

Condsef/Fenadsef pede interdição de Jair Bolsonaro no Ministério Público

Condsef/Fenadsef pede interdição de Jair Bolsonaro no Ministério Público



A Condsef/Fenadsef, numa ação de sua assessoria jurídica, em conjunto com o Sinasefe Sindical, protocolou nessa segunda-feira, 30, uma representação junto ao Ministério Público Federal pedindo providência para interdição do presidente da República, Jair Bolsonaro. A ação cível é motivada pela atuação desastrosa de Bolsonaro frente a situação de emergência sanitária em decorrência da pandemia provocada pelo novo coronavírus (Covid-19). Ignorando todos os alertas da Organização Mundial de Saúde (OMS), o próprio Ministério da Saúde, autoridades e profissionais da area, o presidente tem incentivado o fim da proposta de isolamento social, único método capaz de impedir o colapso no sistema de saúde, alegando impactos negativos na economia.
Enquanto o mundo acompanha perplexo o avanço da Covid-19, lideranças políticas promovem ações severas de isolamento em seus países. Na contramão de todos, Bolsonaro pressiona pelo fim da quarentena no Brasil. A doença já matou mais de 30 mil pessoas no mundo. Sozinha, a Itália, que no início da pandemia não levou a sério as medidas de isolamento social recomendadas, registra mais de 10 mil de óbitos. "Não é possível que o presidente do Brasil ignore fatos. Isso é uma ameaça a saúde e a vida de milhares de brasileiros", pontuou Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Confederação.
Cúmulo da estupidez: O presidente Jair Bolsonaro sai às ruas em meio a pandemia 
(Foto: Reprodução/Youtube)

Obrigado, Julia Cameron & Gudrun Burkhard

Obrigado, Julia Cameron & Gudrun Burkhard



Encerrei ontem, dia 29/03/2020, no meu isolamento social, minhas 12 semanas ao lado de Julia Cameron, numa maratona arrojada em busca de potencializar minha capacidade produtiva no leito da criatividade, do autoconhecimento, da autoconfiança, e de uma nova concepção do que é ser artista em todos os hemisférios de atuação.

Encontrei “O caminho do artista” ao viajar nos braços de outro livro monumental, para nós da terceira idade, intitulado “Livres na terceira idade: leis biográficas após os 63 anos”, de Gudrun Burkhard. Recomendo os dois, claro que o segundo só para quem já está no pico da montanha e ainda acredita que devemos viver com tesão até morrer...

Essas duas mulheres, Julia Cameron & Gudrun Burkhard, dão um show de conhecimento, sabedoria e criatividade. Como o perfil biográfico delas é muito grande vou parar por aqui com uma tirada: “Obrigado, Anjos do Renascimento!” Boa noite e boa sorte para todos nós.

Assinado: José Vilela de Moraes

quarta-feira, 25 de março de 2020

Para Bolsonaro, o coronavírus é só uma gripezinha

Para o Presidente Bolsonaro, o coronavírus é só uma gripezinha mental


O homem que continua insistindo que o coronavírus é só uma gripezinha... O número de mortos deixado pelo Covid-19 pelo mundo afora diz o contrário...

Afinal, "quem poderá me salvar?!" Acredite, se quiser: ninguém!
O vírus da ignorância presidencial não tem cura!

As Secretarias de Saúde do Nordeste repudiam o discurso genocida

As Secretarias de Saúde do Nordeste repudiam o discurso genocida

#ForaBolsonaro



A armadilha da Medida Provisória criminosa

A ARMADILHA DA MP CRIMINOSA

Após enxurrada de críticas que levou a hashtag #BolsonaroGenocida para o topo dos assuntos mais comentados do Twitter, o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) disse ter voltado atrás da suspensão salarial dos trabalhadores por um período de quatro meses e retirou da Medida Provisória 927/2020 o artigo 18º.
O artigo 2º, mantido no instrumento que tem força imediata de lei, *TAMBÉM POSSIBILITA A SUSPENSÃO DE SALÁRIOS* mediante acordos individuais entre empregador e empregado. Todos sabemos que trata-se de uma relação de poder injusta, onde o patrão propõe suspensão ou demissão e o trabalhador sozinho, sem acordos coletivos, não é capaz de se opor. Na prática, o artigo atropela direitos trabalhistas e é um cheque em branco, no qual o empregador pode assinar o que quiser, dispensado de cumprir as leis estipuladas em instrumentos jurídicos vigentes, como as normas da CLT.
MP CRIMINOSA
Para Neuriberg Dias, analista político do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), a MP como um todo é problemática. O artigo 2º, que mantém a possibilidade de suspensão salarial dos trabalhadores, é avaliado como a essência da medida e escancara de que lado o governo está na crise econômica. "A MP coloca a CLT de lado; não dá segurança para o trabalhador; exclui os sindicatos, que são parte importante da proteção social; anula toda a legislação que protege o trabalhador, jogando os empregados para um caminho sem opção", explica Dias. "O trabalhador fica rendido ao processo de negociação direta com o empregador. Claro que cada empregador é um caso, mas é perigoso dar a brecha. O importante é garantir a renda", aponta.
O TRABALHADOR PAGA A CONTA
Enquanto o governo propõe retirar renda da população, deixando todas e todos à mercê da própria sorte, fica a pergunta: quando os grandes bilionários vão parar de ser beneficiados e contribuir para o combate ao coronavírus? No último ano, diante de todas as medidas ultraneoliberais aprovadas, o lucro de apenas três dos maiores bancos privados do Brasil foi de 63 bilhões, o maior registrado da história. Até quando o trabalhador continuará pagando essa conta?
DEVOLVAM A MP
A tarefa do Parlamento deve ser valorizar o Estado, que deve sim compensar as perdas salariais dos trabalhadores. Intercederemos no Congresso pela devolução da medida e acompanharemos atentamente a tramitação da matéria. O que o Brasil precisa é da imediata revogação do Teto dos Gastos (EC 95), suspensão do pagamento de juros e amortizações da dívida pública, taxação de grandes fortunas e da implementação de políticas de assistência à classe trabalhadora, assim como outros países vêm fazendo.
=> Veja a matéria completa em nosso site e entenda tudo: https://bit.ly/2QIvWdD

terça-feira, 24 de março de 2020

Condsef repudia MP 927/20, que suspende salários de trabalhadores

CONFEDERAÇÃO REPUDIA A MEDIDA PROVISÓRIA 927/2020, QUE SUSPENDE SALÁRIOS DE TRABALHADORES


Na noite de domingo, 22, foi publicada a Medida Provisória 927/2020, que dispõe sobre alterações trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública que o Brasil vivencia atualmente por conta da pandemia de coronavírus. De acordo com o texto assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, o contrato de trabalho poderá ser suspenso, pelo prazo de até 4 meses, sem acordo ou convenção coletiva.

A medida ainda suspende o pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e não dá direito ao seguro-desemprego. Agora a tarde, Bolsonaro informou que revogou trecho que previa suspensão de contratos de trabalho por 4 meses. Mas a revogação desse artigo não é suficiente e o conteúdo segue afrontando direitos e longe de oferecer soluções a crise. Confira 👇
Foto: Carolina Antunes/Presidência

sábado, 21 de março de 2020

Barulhaço em defesa do povo brasileiro

Barulhaço em defesa do povo brasileiro

Bolsonaro disse no início dessa crise que iria comemorar normalmente seu aniversário de 65 anos, nesse sábado, 21, mesmo com milhões de brasileiros tendo suas rotinas alteradas, aniversários, casamentos e muitos sonhos sendo adiados. O descaso com essa crise não para por aí. O governo solicitou e o Congresso aprovou o estado de calamidade pública. Mas com as propostas apresentadas até o momento pelo Executivo a calamidade só irá piorar. Não se resolve essa crise priorizando a economia em detrimento de vidas trabalhadoras.
O governo publicou medida provisória que dá a possibilidade a empregadores de cortar pela metade salários de seus funcionários. Para fazer coro, um editorial de 'O Globo' cobrou mesmo tratamento a servidores que lutam contra o PL 186/19, que prevê redução de jornada com redução de salário. Isso é inadmissível. Nenhum trabalhador seja do setor público ou da iniciativa privada deve pagar com sua renda básica por uma crise que não foi criada por ele. As soluções apontadas pelo jornal são um caminho sem volta rumo à calamidade já decretada.
“Na crise que se instala, se depender do governo que O Globo ajudou a eleger não há como a população ser protegida. E vem O Globo escolher os servidores como alvo, com o objetivo de dividir os trabalhadores e colocar os setores populares uns contra os outros. E vem O Globo insistir numa falsa 'solução' que vai aumentar a calamidade!" Afirmou Edison Cardoni, diretor da Condsef/Fenadsef, em artigo publicado hoje (confira ao final).
O povo exige soluções e não mais e novos problemas. Por isso, nesse sábado, voltaremos a erguer nossas vozes das janelas, mais uma vez, contra esse desgoverno. Por investimentos no setor público, pela revogação imediata da EC 95, do teto de gastos. Pelo fortalecimento do SUS, fundamental nesse momento. Por medidas que de fato ajudem o País a passar por esse momento difícil.
=> Confira o artigo completo escrito por @Edison Cardoni: https://bit.ly/3diR83q

Mais do que nunca a defesa dos serviços públicos é a defesa da nação

Mais do que nunca a defesa dos serviços públicos é a defesa da nação


Escrito por Edison Cardoni
O Globo: editorial para a lata de lixo
O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo. É vice-campeão da pior distribuição de renda, perde somente para o Catar.
Essa desigualdade NÃO está entre os trabalhadores do serviço público e os do setor privado. Não está entre a maioria dos servidores e os milhões de desempregados, desalentados, trabalhadores informais e desregulamentados.
A desigualdade está entre a massa da população – aí incluída a ampla classe média, da qual faz parte o funcionalismo público - e os 206 brasileiros bilionários cujo patrimônio soma mais de R$ 1 trilhão.
A família que é dona do jornal O Globo está entre os bilionários.
São esses privilegiados – como mostram as estatísticas - que se beneficiam da "austeridade fiscal" que é o mantra para retirar direitos dos trabalhadores, cortar nos serviços públicos e reduzir investimentos.
Essa política criminosa – sempre defendida com unhas e dentes pelo O Globo - é a responsável pela existência hoje, no Brasil, de 12 milhões de desempregados, quase 40 milhões de trabalhadores informais e outros milhões de desalentados.
É a responsável por sucatear os serviços de saúde, por despovoar os hospitais e postos de saúde de pessoal médico e de enfermagem.
Somente uma dessas monstruosidades da "austeridade", a Emenda Constitucional 95, bloqueou nada menos que 20 bilhões que iriam para o Sistema Único de Saúde e que foram para a especulação financeira.
Mas para o editorial do jornal O Globo desta sexta-feira, 20 de março, é do salário dos servidores que deve sair o "dinheiro público para salvar vidas em hospitais, postos de saúde garantir renda a dezenas de milhões de pessoas que vivem na informalidade".
O Globo também defende que para as empresas sobreviverem é correto "cortar pela metade o salário de seus empregados na mesma proporção da redução da jornada de trabalho". E conclui pedindo a aprovação da PEC 186 (dita "emergencial").
Na crise que se instala, se depender do governo que O Globo ajudou a eleger não há como a população ser protegida. E vem O Globo escolher os servidores como alvo com o objetivo de dividir os trabalhadores e colocar os setores populares uns contra os outros. E vem O Globo insistir numa falsa "solução" que vai aumentar a calamidade!
Chega a ser criminoso! Tão criminoso quanto a cúpula do governo bolsonarista voltar dos EUA contaminada pelo coronavírus e o próprio Bolsonaro, por sua ação direta, facilitar o contágio da população.
Não existirá segurança sanitária se não houver proteção para toda a população, sem exceção. Por isso, a saída é o contrário disso tudo! Os direitos e garantias tem que ser ampliados, não reduzidos!
A classe trabalhadora – empregados registrados, desempregados, trabalhadores informais, vendedores ambulantes – tem que ser preservada.
Nenhuma demissão. Nenhum corte de salário. Garantia de renda para todos, em particular os setores mais vulneráveis e que foram golpeados pelo crescimento da pobreza nos últimos anos. Nenhuma votação no Congresso que impacte negativamente os serviços públicos.
Neste momento de crise aguda e cujos contornos ainda estão longe de estarem definidos, chega dessa política que empurra o Brasil para a barbárie!
* Edison Cardoni é secretário de Assuntos Jurídicos, Parlamentares e de Classe da Condsef/Fenadsef

sexta-feira, 20 de março de 2020

Manifestações por serviços públicos de qualidade, empregos, direitos e democracia

Manifestações por serviços públicos de qualidade, empregos, direitos e democracia


No Dia Nacional de Lutas em defesa dos serviços públicos, a maioria da categoria aderiu aos protestos contra as medidas destrutivas do atual governo. De dentro de casa, servidores se somaram às manifestações por serviços públicos de qualidade, empregos, direitos e democracia. A força da indignação tem motivo. Enquanto países do mundo se mobilizam para liberar auxílios significativos às famílias afetadas pelo isolamento social, no Brasil, a proposta do governo, que deve ser apresentada como Medida Provisória ao Congresso Nacional, é permitir às empresas privadas redução de 50% da jornada com diminuição proporcional dos salários dos trabalhadores.
“Infelizmente o governo continua na contramão dos outros países para barrar a pandemia e quer que os trabalhadores paguem o pato, mas não vamos deixar. O protesto de ontem foi positivo para mostrar que as pessoas estão atentas às ações do governo e estão reagindo com indignação às medidas apresentadas até o momento", avalia o secretário-geral Sérgio Ronaldo da Silva.
A Condsef/Fenadsef e suas filiadas mobilizam a maioria do Executivo desde dezembro contra a PEC Emergencial, que visa reduzir 25% da jornada dos servidores com diminuição proporcional dos salários, e sai também em defesa da classe trabalhadora em geral.
I Soluções para superação da crise I
Estamos em um país sem rumo! Bolsonaro precisa sair do palanque para resolvermos este problema, de forma a resolver o caos com políticas públicas incisivas e investimento estatal. Precisamos parar imediatamente o pagamento de juros da dívida pública a agiotas internacionais, revogar a EC 95, conhecida como Teto dos Gastos, para que a população receba serviços públicos com qualidade e rapidez e o crescimento seja retomado. Intensificaremos nossa mobilização. Apoie-nos, servidor. Vamos juntos.
=> Confira tudo em: http://bit.ly/2QKO6eP

quinta-feira, 19 de março de 2020

Comportamento irresponsável revela desprezo pela crise na saúde e pela população

Comportamento irresponsável revela desprezo pela crise na saúde e pela população


O comportamento irresponsável de Bolsonaro, diante do cenário de pandemia por Covid-19, revela desprezo pela crise na saúde e pela população. Até agora tratando a questão como histeria, o presidente tem mostrado todo seu despreparo e crueldade. Disse que estaria organizando uma festa para comemorar seu aniversário enquanto milhões de brasileiros procuram alterar suas rotinas e tomar precauções para evitar ao máximo o contágio pelo novo coronavírus que pode por em colapso nosso SUS, já prejudicado por cortes bilionários de investimento. Só ano passado foram quase R$20 bilhões a menos para a saúde no Brasil. No entanto, essa é mais uma gota em um copo d`água já transbordando.
A dupla com o economista Paulo Guedes, seu “posto Ipiranga”, que prometia a retomada de crescimento no País, falhou. Em 14 meses de governo registramos a maior fuga de capitais de nossa história. No consolidado de 2019 e início de 2020, quase R$ 80 bilhões deixaram o país. A promessa feita no final de 2018 de que o PIB cresceria 4%, caso aprovássemos a reforma da Previdência absurda de Guedes, claro, não foi concretizada, apesar de todo o ataque que representa aos trabalhadores. Ao contrário, a economia derreteu e o dólar ultrapassou a marca histórica dos R$5.
Ao anunciar o resultado do PIB, um "pibinho" de 1,1%, o representante máximo do Executivo preferiu usar um comediante que distribuía bananas. Foi só mais uma clara demonstração de descaso com os brasileiros e brasileiras. Com o Brasil à deriva, a equipe econômica do governo segue agora culpando os servidores por todo o desastre e tenta impor uma reforma Administrativa. Não é à toa que as filas do INSS já ultrapassam dois milhões de cidadãos, a saúde e todo setor público estão em risco iminente de colapso.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Comunicado do Sindsep Roraima

COMUNICADO DO SINDSEP RORAIMA


A Direção do Sindsep-RR informa que para resguardar a saúde de diretores e funcionários, bem como de seus filiados, em função da “Pandemia do Covid-19” e atendendo o Protocolo da OMS, suspenderemos os atendimentos internos e externos no Sindicato a partir do dia 18/03/2020 (quarta-feira) até o dia 1º/04/2020 (quarta-feira).

Qualquer demanda “Emergencial” entrar em contato com o telefone (95) 8119.2519 (Vivo). Saúde para todos nós!

Gilberto Rosas, presidente do Sindsep-RR

terça-feira, 17 de março de 2020

Sindsep Roraima: cancelamento das manifestações públicas

FALA GILBERTO ROSAS (7)
Cancelamento das manifestações públicas
Presidente do Sindsep-RR: Gilberto Rosas

Caros servidores públicos federais, preocupado com a saúde da população, ameaçada pela pandemia do coronavírus, o Sindsep Roraima, seguindo a orientação da Condsef, cancelou a manifestação pública prevista para acontecer em Boa Vista (RR) nesta quarta-feira (18/03), contra a política perversa do atual governo.
Entretanto, ressaltamos que o dia de luta em defesa dos serviços públicos e contra as privatizações deve continuar, com greves, paralisações e mobilização nas redes, em defesa da valorização dos servidores e do serviço público de qualidade. E para que isso ocorra, uma coisa é essencial: investimento público.
Sendo assim, repetimos mais uma vez, que é preciso revogar a EC 95/2016, que trata do "teto dos gastos", ou seja, que impede investimentos no setor público por 20 anos. Essa Emenda Constitucional já se mostrou impraticável e irresponsável e está sucateando o serviço público e marginalizando os servidores perante a opinião pública.
Enfim, todo o setor público padece com essa medida imprudente. E só vamos conseguir dar uma basta nesta situação caótica com o apoio da categoria. Contamos com engajamento da classe dos servidores para continuar reivindicando o respeito que merecemos. Obrigado pela atenção.
Gilberto Rosas, presidente do Sindsep-RR
Boa Vista (RR), 17/03/2020.

Merecemos o Oscar, não somos parasitas

Merecemos o Oscar, não somos parasitas


Ao longo da última semana apresentamos muitos motivos para que servidores e servidoras públicos lutem e participem da paralisação de atividades nessa quarta, dia 18. Atos com aglomerações estão cancelados, seguindo a recomendação do Ministério da Saúde. Mas vamos paralisar atividades e nos engajar nessa luta por direitos e pela valorização de nosso trabalho, ameaçados diariamente por um governo que conduz políticas ultra neoliberais que querem o fim do Estado brasileiro e da Constituição.
Num momento onde o País enfrenta o desafio de conter o avanço de um vírus que ameaça vidas, a defesa dos serviços públicos e de nosso bem estar social se mostram, mais do que nunca, essenciais. Nossa luta histórica sempre foi essa. Sem investimento público nunca seremos o País que podemos e queremos ser. Privatizando e entregando nossas riquezas só estaremos nos afastando de nossas possibilidades de nos tornar potência econômica capaz de assegurar direitos e bem estar social a todo cidadão.
Afinal, temos um orçamento trilionário, mas quase a metade dele segue todo o ano para o pagamento de juros de uma dívida que enriquece alguns poucos enquanto cobra caro da maioria da população. O aumento da desigualdade social, os números pessimistas na economia, fuga de investimentos, um PIB frustrante, mostram que precisamos mudar a direção. A revogação da EC 95/16, do teto dos gastos, é o primeiro grande passo na direção certa: ampliar a capacidade do setor público de atender a população com qualidade. Essa deve ser a resposta do governo a essa crise.
Nós servidores, que dia a dia superamos a falta de recursos e nos esforçamos para atender a população, muitas vezes sobrecarregados e longe dos privilégios localizados em segmentos muito específicos, sabemos das dificuldades do caminho. Mesmo assim, seguimos. Há servidores e servidoras trabalhando todos os dias em prol do Brasil e dos brasileiros. Não somos parasitas como o ministro da Economia, Paulo Guedes insinuou. Como o filme que leva mesmo nome, merecemos um oscar. E podemos mais.
Por um serviço público de qualidade, por servidores valorizados, por um Brasil soberano que mantenha suas estatais estratégicas, nessa quarta é dia de paralisar atividades. Fique em casa e de suas redes sociais demostre seu apoio aos serviços públicos, ao SUS e aos profissionais de saúde pública que estão sendo muito requisitados e vão estar trabalhando. Juntos e juntas vamos mostrar a força e importância dos serviços públicos para o Brasil. #Dia18EuVouParar #EmDefesaDosServicosPublicos #18M #RevogaOTeto

quinta-feira, 12 de março de 2020

Perigo à vista: querem acabar com nossa estabilidade

Perigo à vista: querem acabar com nossa estabilidade



Mais do que um direito assegurado pela Constituição, a estabilidade é uma garantia para a população de que servidores públicos servem aos interesses da sociedade e não de projetos de governo. Em uma democracia sólida, governos passam, servidores não. Servidores são um patrimônio público, são trabalhadores a serviço do coletivo. Por isso, a estabilidade não beneficia o mal profissional como muitos querem fazer parecer, mas protege os bons. Estabilidade serve para que servidores não se sintam intimidados em denunciar esquemas de corrupção, práticas ilegais e mal feitos de gestores de ocasião.
Além disso, situações como a que estamos vivendo com a ameaça do Coronavírus mostram também a importância fundamental de se ter uma equipe qualificada, coesa e pronta para atuar em defesa do bem estar coletivo. A servidora responsável por decodificar em 48 horas o dna do vírus quando este chegou ao Brasil declarou que sem investimento público o trabalho não seria possível. Algo fundamental para garantir controle e combate da epidemia em solo nacional.

Hoje, o governo dá sinais perigosos com a MP dos temporários que ameaça o fim da estabilidade. A reforma Administrativa também mira no fim desse direito. Para resolver uma situação de desmonte e falta de servidores que deve ser corrigida com a realização de concursos, a MP 922/20 flexibiliza o acesso ao setor público e abre margem para a volta de indicações políticas para todos os cargos da administração pública, além de ampliar riscos de corrupção.

Foi com estabilidade que conseguimos estabelecer sistemas públicos de educação, saúde e previdência acessíveis a todas e todos, que só não são melhores porque faltam investimentos. Não podemos abrir mão desse direito nem para os atuais nem para os futuros servidores. Estabilidade no setor público é fundamental e fortalece nossa democracia.

Se não frearmos esse projeto de desmonte do Estado, você ficará sujeito a qualquer tipo de abuso, perseguição e assédio, servidor. Não podemos aceitar este ataque. Neste 18 de março venha lutar pelo seu futuro e o do Brasil. No #Dia18EuVou

#EmDefesaDoServicosPublicos #EmDefesaDosServidores #EmDefesaDaPopulacao #RevogaOTeto #InvestimentoPublicoJa

Fonte: https://www.facebook.com/…/a.30479042957…/3072100779514273/…

Não estamos à venda: a privatização prejudica o Brasil

Não estamos à venda: a privatização prejudica o Brasil 




Enquanto a agenda de privatizações é vendida pelo governo como a solução para resolver a crise econômica que o País atravessa, você está com seu emprego em risco, servidor. É evidente que o processo de privatização prejudica o Brasil. Em pesquisa realizada pelo Transnational Institute, já foi comprovado que estamos na contramão do progresso, já que no mundo inteiro mais de novecentas reestatizações foram realizadas em países centrais do capitalismo, como EUA e Alemanha. Em todos os casos, após a empresa pública se tornar privada, os serviços ficaram caros, ruins e excluíram a parcela da população que não é capaz de arcar com os custos, fomentando a desigualdade social.

O problema se torna ainda mais evidente quando olhamos para nosso ranking de reclamações do consumidor onde empresas privadas se destacam quando o assunto é insatisfação. Até a Casa da Moeda responsável pela produção do nosso dinheiro está na mira das privatizações. Esse cenário ameaça nossa soberania nacional. Assim como os servidores da Petrobrás, que realizaram a maior greve desde 1995, lutando contra demissões em massa com o fechamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), precisamos nos unir e afirmar:

NÃO ESTAMOS À VENDA
Investir no serviço público e em estatais estratégicas é investir no Brasil. Não podemos permitir esse ataque aos nossos direitos, que além de retirar milhares de empregos, deixará milhões de brasileiros sem acesso à serviços públicos de qualidade. O desmonte precisa parar. Motivos não faltam, no #Dia18EuVou

#EmDefesaDoServicosPublicos #EmDefesaDosServidores #EmDefesaDaPopulacao #RevogaOTeto #InvestimentoPublicoJa

Fonte: https://www.facebook.com/…/a.30479042957…/3071905599533791/…

quarta-feira, 11 de março de 2020

Dia 18 de março: vamos juntos lutar pelo futuro de todos

Dia 18 de março: vamos juntos lutar pelo futuro de todos



O acúmulo de tarefas dos servidores, que atualmente já executam o trabalho equivalente ao de 3 pessoas, é um reflexo das políticas ultra neoliberais que atacam diretamente o serviço público e fazem com que, hoje, tenhamos o menor contingente em 20 anos. O governo Bolsonaro anunciou que desde o início do mandato já reduziu em 31 mil a quantidade de servidores ativos. Enquanto isso, a população cresce e fica cada vez mais vulnerável sem atendimento público adequado. Além do fenômeno de adoecimento em massa, causado pelo excesso de funções, os trabalhadores brasileiros e suas famílias que dependem de políticas públicas em áreas como saúde, educação e previdência não recebem o que lhes é garantido pela Constituição Federal. 

O processo de sucateamento do Estado levou o caos ao atendimento no @INSS, onde 1,3 milhão de pessoas esperam nas filas para receber a aposentadoria ou algum benefício a que têm direito. Também na @Eletrobras, responsável pela geração de 1/3 da energia de nosso País, na Area Ambiental que registrou diminuição de 34% nas multas aplicadas, menor nível em 24 anos, e em diversos outros órgãos públicos onde a diminuição do número de servidores coloca em risco a segurança de todos. Esses são apenas exemplos do que acontecerá caso o governo siga optando por privilegiar a rentabilidade do mercado financeiro, em detrimento da garantia de direitos fundamentais. 

O que o Brasil precisa é de um número maior de servidores qualificados para atender a população. O Brasil precisa de investimentos no setor público. Motivos não faltam para comparecer no 18 de março, servidor! Vamos juntos lutar pelo futuro de todas e todos. 

No #Dia18EuVou!
#EmDefesaDoServicosPublicos #EmDefesaDosServidores #EmDefesaDaPopulacao #RevogaOTeto #InvestimentoPublicoJa

Fonte: https://www.facebook.com/…/a.30479042957…/3069431109781240/…