segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Condsef rejeita proposta do governo federal

O reajuste proposto pelo governo federal, parcelado em três anos,
é mais ou menos isso aqui dividido em três partes...

Governo propõe reajuste de 15,8%. Condsef rejeita e busca construção de proposta alternativa, continuidade das negociações da Lei 12.277/10 e cobra aumento em benefícios. Enquanto isso, greve deve seguir firme                              
Na última sexta-feira, o Ministério do Planejamento disse à Condsef que a proposta limite do governo para a maioria dos servidores do Executivo é de um reajuste de 15,8% parcelado em três anos. Nesse debate estão envolvidas cerca de 18 categorias (CPST: Saúde, Previdência e Trabalho - PGPE e PEC´s: Cultura, Fazenda, Funai, Agricultura, Arquivo Nacional, Imprensa Nacional, Museu do Índio, Planejamento, Justiça, Transportes, Embratur, SPU, PRF, Integração Nacional) que englobam mais de 500 mil trabalhadores que buscam equiparação salarial com a tabela criada pela Lei 12.277/10.
A Condsef deixou claro que esta proposta está bem distante do pleito da categoria. Após discussão, o Planejamento concordou em realizar uma reunião técnica no sábado, 18, com as assessorias econômicas do governo e da Condsef. O objetivo é de construir uma proposta alternativa que valorize o Vencimento Básico e possa ser analisada pelas diversas categorias que permanecem em greve em todo o Brasil.
A Condsef quer assegurar também que o governo continue negociando a equiparação das tabelas salariais de nível superior com a Lei 12.277/10, concedendo mesmo percentual de reajuste para servidores de nível intermediário e auxiliar. Além disso, a Confederação cobra que o governo promova aumento em benefícios como auxílio alimentação e plano de saúde.
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